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Festival “Artes à Vila” na Batalha

O Festival Artes à Vila apresenta uma proposta de conteúdo com elevado interesse histórico, cultural e patrimonial, enquadrada na edição de 2026 do festival, que decorrerá no Mosteiro da Batalha entre 17 e 19 de julho.
O evento volta a transformar um monumento Património Mundial da UNESCO num espaço vivo de criação artística, reunindo música portuguesa, exposições, oficinas e atividades que envolvem a comunidade local e valorizam o território.
Entre os elementos de maior relevância editorial, destacam‑se:

  • A relação entre património e cultura contemporânea, com concertos nos Claustros Afonso V e Real, onde atuarão nomes amplamente reconhecidos como Tomás Wallenstein, Ana Lua Caiano e Jorge Palma, em diálogo com artistas emergentes.
  • Os Prémios Play Tradicional, que integram a programação e trazem ao Mosteiro atuações de referência da música de raiz portuguesa, reforçando a ligação entre tradição, identidade e criação atual.
    Actuações : Ana Lua Caiano Cristina Maria (escultora e fadista) Cristina Maria – A Alma e o Cinzel Romeu Bairos Joana Alegre
  • A visita ao estaleiro das obras de conservação e restauro das Capelas Imperfeitas, um momento raro que permite mostrar o trabalho técnico e humano dedicado à preservação do monumento. Este ano, o destaque incide também na devastação provocada pelo “Kristine”, que agravou de forma significativa a erosão da pedra, tornando ainda mais urgente e visível o esforço das equipas de conservação.
  • Exposições com forte ligação ao território, como “Recordações da Batalha” e “A Pedra e a Batalha – da matéria à vida”, que abordam precisamente a relação entre a pedra, o tempo, a erosão e a memória coletiva — temas que ganharam nova atualidade após os danos causados pelo “Kristine”.
  • Oficinas e atividades familiares que aproximam o público da criação artística e reforçam o papel do Mosteiro como espaço educativo e cultural.
  • A presença de artistas emergentes e projetos experimentais, como Lisa Sereno, this page, puto bacoco – Deus Passou – Videoclip e Os Mimos, que acrescentam diversidade estética e novas linguagens ao festival.
    A organização considera que estes elementos constituem uma base sólida para ​divulgação cultural, património, música, comunidade, ciência e histórias humanas — com especial destaque para a fragilidade da pedra, o impacto do “Kristine” e o trabalho contínuo de preservação do Mosteiro.
  • Fonte; Associação Cultural Batalha pela Cultura

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