No dia 18 de maio de 2026, museus de todo o mundo unem-se para celebrar o Dia Internacional dos Museus sob o tema “Museus a unir um mundo dividido”.
Este tema destaca o papel fundamental dos museus como pontes entre divisões culturais, sociais e geopolíticas, promovendo o diálogo, a compreensão, a inclusão e a paz entre comunidades em todo o mundo. Enquanto espaços públicos de confiança e locais de aprendizagem, os museus contribuem para a coexistência pacífica e o respeito mútuo.
Num contexto marcado pela fragmentação social, pela polarização e pelo acesso desigual ao conhecimento e à cultura, os museus ajudam a reconstruir ligações entre gerações, comunidades e países. Criam ambientes onde histórias, objetos e pessoas se encontram, oferecendo oportunidades de reflexão, partilha e entendimento comum.
O tema sublinha ainda o potencial dos museus para promover um diálogo respeitoso sem eliminar as diferenças.
Ao preservar o património e a memória, proporcionar espaços de aprendizagem e dar voz à diversidade, os museus ajudam as sociedades a lidar com a complexidade de forma construtiva. Abertos e acessíveis a todos, os museus promovem a diversidade, a sustentabilidade e a coesão social.
DIA ABERTO DOS MUSEUS MUNICIPAIS 17 – 18 MAIO
Mosteiro de Coz | Monumento Nacional
Visita temática ao Mosteiro de Coz, uma das relíquias nacionais do património cisterciense em contexto rural.
Vale a pena descobrir um património enquadrado numa atmosfera imemorial que sobrevive no bucolismo da paisagem rural envolvente.
Só 18 maio: 9h30 | 12h00 e 14h00 – 18h00
Museu do Vinho de Alcobaça | Museu
Visita temática ao maior e mais completo Museu do Vinho português, com incidência na dimensão nacional da coleção.
Visitas guiadas às 10h, 11h, 12h, 14h, 15h, 16h e 17hMuseu Raul da Bernarda | Museu
Visita livre à exposição permanente da coleção da antiga fábrica Raul da Bernarda, reportando à louça artística de Alcobaça de finais do século XIX aos anos 50 do século XX.
10h00 – 12h00 | 14h00 às 17h00
Museu das Máquinas Falantes | Museu
Visita livre à exposição permanente do mais recente projeto museológico português dedicado ao património sonoro, das telecomunicações e da radiodifusão. Inaugurado no dia 25 de Abril de 2024, o Município de Alcobaça tornou pública e acessível uma fabulosa coleção, composta por duas componentes: As máquinas mecânicas ligadas ao som e á música (como fonógrafos, gramofones, caixas de música, discos de goma-laca) e equipamentos elétricos e eletrónicos ligados às telecomunicações e à radiodifusão (como telefones, telégrafos, rádios, gravadores, discos vinil, cassetes, microfones, antenas, entre outros).
9h30 – 13h00 | 14h – 17h30
VISITA GUIADA > 16 MAIO
ESCOLA-MUSEU D. JOSÉ POLICARPO, A ARQUITETURA ESCOLAR E ENSINO PRIMÁRIO NACIONAL
Visita temática ao mais recente espaço museológico local contextualizando o exemplo de D. José da Cruz Policarpo (Cardeal de Lisboa) e a importância da educação no contexto histórico da evolução do ensino primário em Portugal e da arquitetura escolar.
15h00 | Escola–Museu D. José Policarpo, em Frei Domingos- Benedita
EXPOSIÇÕES TEMÁTICAS > 16 – 17 MAIO
OFICINA DE EXPERIMENTAÇÃO DE ARTIGOS DE JUNCO
A apresentação a revitalização de uma arte centenária com uma oficina de experimentação na área da cestaria de junco.
Mosteiro de Coz- Adega das Monjas
9h30 às 12h00 e 14h00 às 18h00
“CERAMARTE” – FINS DE SEMANA DE CERÂMICA NA CASA MESTRE JOÃO SANTOS
Todos os fins de semana de maio um artista ceramista é convidado a ocupar a icónica antiga oficina de olaria do Mestre João e durante esses dois dias desenvolver a sua arte em espaço aberto ao público.
ceramista convidado: Miradouro Cerâmica
Casa Mestre João Santos – Rua Araújo Guimarães / Centro histórico
10h – 13h e 14h – 17h
17 MAIO – 15h30
LANÇAMENTO DE CATÁLOGO/CONVERSA COM A CURADORIA E ARTISTAS
A Arte nos Museus a unir um mundo dividido (?).
TERRA. Elemento de Presença | Exposição Temporária
Museu do Vinho de Alcobaça | Armazém Novo
A exposição parte do termo “TERRA” cujo sinónimo corresponde a variáveis tão diferentes e iniciadoras como “planeta solar”, “habitat”, “território de pertença” ou um dos quatro elementos fundamentais da natureza que tudo funda e destrói: da ordem ao caos e vice-versa. Neste sentido, a exposição pretende abordar o sinónimo de TERRA sobretudo, na sua dinâmica territorial enquanto lugar de presença na relação consciente, subconsciente ou mesmo omnisciente do espaço/lugar de cada um! Partindo desta premissa artistas convidados são convocados a apresentar obras representativas da perspetiva contemporânea sobre o tema. A exposição centra-se num encontro de artistas locais de referência nacional em equação com obras visuais internacionais Trabalhos artísticos presentes contemplam os formatos de instalação, escultura, fotografia e vídeo.
Artistas: José Aurélio, Gabriel e Gilberto Colaço, Luís Plácido Costa, João Daniel, Thierry Ferreira, Irina Gabiani, Maria Korporal, Patrícia Malhão, Jorge Prata e Eija Tomiserva.
Curadoria: Alberto Guerreiro








