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PROJETO TEJO promete manter a “chama acesa”

ENCONTROS E APRESENTAÇÕES PÚBLICAS E PRIVADAS

 

O PROJETO TEJO foi lançado a 20/02/2018, e desde aí tem feito o seu percurso, com muitos encontros de apresentação e esclarecimento.

 

Fomos recebidos pelo  Sr. Presidente da Republica, os Ministros e Secretários de Estado da Agricultura e do Ambiente, Partidos Políticos, Comissão de Agricultura da Assembleia da Republica, etc.

 

Tivemos encontros com muitas das Câmaras Municipais interessadas (incluindo a Câmara Municipal do Gavião, a pedidos deles, que querem que o Projeto cresça para montante), as Comunidades Intermunicipais, CCDRLVT, AIP, DRAPLVT, Associações de Desenvolvimento Local, Bancos – Millenium, Santander, BPI, EUROBIC, Delloitte, VdA, etc.

 

Fizemos numerosas apresentações no Ribatejo, Médio Tejo, Oeste e Setúbal, à CAP, a Associações de Agricultores e Produtores, Escola Superior Agrária de Santarém, Ordem dos Engenheiros de Santarém, Instituto Superior de Agronomia, etc.

 

Falámos também com alguns dos principais “players” do Tejo, a ETE (Empresa de Tráfego e Estiva) a EPAL e a EDP, sendo que, com esta última, já tivemos 2 reuniões, uma delas técnica, dado o interesse mostrado numa eventual colaboração com o Projeto (pedimos à EDP que nos forneça água das suas barragens durante o Verão em troca de lhes comprarmos a eletricidade das bombagens da rega).

 

Por outro lado, vamos ter um Stand próprio na AGROGLOBAL, em Valada, em Setembro (oferecido pelos responsáveis) e iremos participar aí numa das mesas redondas.

 

Também recebemos um convite da Associação Ambientalista PROTEJO (onde estivemos há tempos a apresentar o Projeto), para participar num colóquio, em Outubro, com outras pessoas sobre o Tejo.

 

PRINCIPAIS QUESTÕES LEVANTADAS NOS ENCONTROS PÚBLICOS E PRIVADOS

 

O sucesso do PROJETO TEJO tem sido “contagiante”, com muita “passa palavra” e pedidos para apresentar noutros locais. Nota-se algum “bairrismo” (típico do Ribatejo), “porquê dar água ao Oeste e a Setúbal?”, “o açude deve ser aqui e não no vizinho”, etc. etc., e algumas dúvidas “locais” do tipo “a minha terra é inundada?, “ a água chega acolá?”, mas o racional fica, basicamente, nas seguintes questões:

 

1 – O elevado custo de investimento (4.500.000.000 €)

 

A questão é levantada mas “morre” depois de se explicar que o investimento terá que ser publico (como acontece com os restantes regadios, nomeadamente o Alqueva), que é para ser feito a 30/40 anos, o que dá 120 M€ /ano (semelhante ao Alqueva) que parte do investimento (15 a 20%) é “não agrícola” (recursos a diferentes linhas de crédito).

 

Por outro lado, estão previstos Estudos Económicos que verificarão a viabilidade económica do Projeto (esperamos mesmo que estes estudos provém ser viável o investimento privado nas infraestruturas e equipamentos, ao contrário do Alqueva, que é totalmente público. Basta ver que o custo da água (exploração, sem investimento) no PROJETO TEJO deverá ser cerca de 25% mais barato do que no Alqueva, o que poderá dar “margem” para o investimento privado)

 

2 – A alteração do rio em resultado da instalação de Açudes: assoreamento, redução fauna fluvial, etc.

 

Esta é uma questão levantada por pessoas preocupadas com o Ambiente. É explicado que os açudes das Lezírias estão totalmente rebatidos durante o Inverno, funcionando o rio como em regime natural, transportando as areias para jusante e deixando subir os peixes. Durante o Verão, os açudes sobem, mas não há transporte de areias significativo nesta época do ano e as Escadas de Peixe a instalar nos açudes permitem a sua passagem para montante.

 

Entretanto, estão previstos Estudos Ambientais que, entre outros temas, tratarão destes devidamente (até porque o PROJETO TEJO tem interesse, a todos os níveis, incluindo o económico, em que não haja assoreamento e que haja peixes!)

 

3 – A disponibilidade de água para regar uma tão grande área (300.000 ha)

 

Esta é a questão mais falada por Técnicos e que o próprio ministro da Agricultura levantou inicialmente. Os estudos já feitos mostram, com base em dados oficiais (SNIRH, Plano de Bacia Hidrográfica do Tejo, etc.) que há recursos disponíveis, e a “grande“ resposta é o uso da água das barragens geridas pela EDP no período seco (meio de Junho a meio de Setembro) e/ou a construção de novas barragens (Alvito), caso a EDP não disponibilize, pelo menos na totalidade, os volumes necessários.

 

Estão previstos Estudos Técnicos que, entre outros temas, tratarão deste “Balanço Hídrico”, mas como foi uma dúvida do Ministro da Agricultura, este deverá arrancar já em Outubro, abrangendo um período largo (70 ou mais anos) e tendo em conta os vários Cenários relativos às Alterações Climáticas (aumento da temperatura, redução/concentração da precipitação / escoamento / infiltração), com base em 2 vetores:

1 – necessidades de água para rega e outros consumos atuais e futuros (partindo da situação atual e evoluindo na área até atingir os 300.000 ha daqui a 40 anos)

2 – disponibilidades de águas superficiais atuais e futuras (as águas subterrâneas serão também estuddads, mas numa ótica da sua preservação)

A ideia é ter, no final, 2 curvas com (70 anos * 12) = 840 meses consecutivos, com os consumos, as disponibilidades superficiais e o volume de reserva das barragens necessário, de modo a “matar” em definitivo a dúvida existente acerca da disponibilidade de água

 

ANGARIAÇÃO DE FUNDOS E PROMOÇÃO DO PROJETO TEJO

 

Estamos agora numa fase de Angariação de Fundos para avançar com os Estudos Preliminares necessários a dar “substância” ao Plano e a rebater algumas dúvidas colocadas pelas pessoas (água suficiente para rega, assoreamento do rio, etc.).

 

Já conseguimos 1/4 da verba necessária, pelo que prevemos que os primeiros estudos, os mais importantes, arranquem em Outubro, a saber:

1 – O Balanço Hídrico, para provar que os caudais disponíveis são suficientes quando combinados com as barragens (existentes e/ou a construir) nos afluentes.

2 – A Localização, Caracterização e Custo de Novas Barragens que o Estudo anterior venha a considerar necessário construir, dependendo do eventual acordo com a EDP, a curto, médio e longo prazo.

3 – A Localização, Caracterização e Custo dos Açudes previstos, para provar que não inundam os terrenos agrícolas marginais, que criam a “estrada de água” que permitirá a navegabilidade, e que terão custos aceitáveis.

 

Entretanto, está em execução um Filme Promocional do PROJETO TEJO, para facilitar a sua divulgação, que pretendemos apresentar já na AGROGLOBAL.

 

Estamos também a criar uma Associação – + Tejo, Associação para a Promoção do Desenvolvimento Sustentável do Tejo, de modo a integrar pessoas, empresas e outras organizações públicas e privadas, que queiram participar na divulgação do Projeto, financiar estudos, etc. A Sociedade de Advogados Vieira de Almeida está a ajudar-nos nesta tarefa.

 

Começámos também agora a falar com as Grandes Empresas que tenham qualquer tipo de interesse no rio Tejo, para integrarem aquela Associação mediante o pagamento duma “joia”. Já falámos com algumas e, a partir de Setembro vamos reunir com outras.

 

CONTACTOS

 

já temos um e-mail próprio projeto.tejo@gmail.com , para qualquer contato ou esclarecimento, e estamos a desenvolver um SITE, que, esperamos, esteja em breve operacional.

 

Também já temos morada, que é a da Associação de Agricultores do Ribatejo, que para tal se disponibilizou: Rua de Santa Margarida, nº 1 A, 2000-114  SANTARÉM

 

E foi o que aconteceu nos últimos tempos. Brevemente esperamos ter uma reportagem no local, o rio Tejo, num jornal de referência, para manter a “chama acesa”!

 

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