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Comunicado da Comissão Executiva do Grupo Lena

COMUNICADO

Deixem-nos trabalhar, por favor!!

Tendo em conta as sucessivas peças jornalísticas que se têm sucedido na comunicação social, que muito penalizam a reputação, a credibilidade e a idoneidade do Grupo Lena, a Comissão Executiva do Grupo Lena (GL) comunica o seguinte:

  1. O Grupo Lena começou ser vítima de um conjunto de fugas de informação estrategicamente orientadas com o objectivo de “plantar” notícias, na esperança de “cair” alguma informação, por ausência de indícios e provas que sustentassem qualquer eventual delito;

  1. Prova disso mesmo é que muitas das notícias que vieram a público não encontraram, nem na mirabolante tese da Acusação, que se repudia, qualquer acolhimento;

  1. A acusação, tornada pública há escassas semanas, está a quilómetros de distância das primeiras imputações e dos ruídos reproduzidos na comunicação social, limitando-se a repetir algumas das infundadas teses da investigação, percebendo-se que ali estão apenas para justificar aquele ruído inicial;

  1. Em tais situações, os meios de comunicação social fazem eco das teses da investigação da chamada “Operação Marquês”, muitas vezes não cuidando sequer de assegurar o mínimo que seria exigível, do ponto de vista legal, ético e deontológico, ou seja, o exercício do contraditório, dando pelo menos uma oportunidade ao Grupo de desmentir as acusações falsas de que é alvo;

  1. Todas as alegações e acusações contra o Grupo Lena que têm vindo a ser publicadas, extraídas da acusação da “Operação Marquês”, já foram antes notícia na comunicação social, dessa vez através das famigeradas “fugas de informação”, cirúrgicas e determinadas, carecendo, por conseguinte, na presente data, de qualquer actualidade;

  1. Para que fique claro, em especial com deferência para com todos os seus stakeholders, reafirmamos que o Grupo Lena nunca pagou “luvas” ou fez outro qualquer pagamento ilícito, de forma direta ou indireta, a nenhum dos arguidos da “Operação Marquês” ou a quem quer seja;

  1. Igualmente garantimos que jamais foram celebrados quaisquer contratos, formal ou informalmente, com o Eng.º José Sócrates ou com alguém em sua representação, para o Eng.º José Sócrates usar a sua rede de conhecimentos em benefício do Grupo Lena ou alguma das suas empresas;

  1. Todos os pagamentos feitos pelo Grupo Lena à XMI ou a qualquer outra empresa, como o Ministério Público bem sabe, derivam de trabalhos efetivamente prestados por essas empresas, de forma lícita, como resulta da ampla prova documental constante dos autos;

  1. O Grupo Lena, por ser continuamente acusado na praça pública de forma irresponsável, injustificada e ligeira, pode e deve promover a sua defesa também no espaço público, o que faz através do presente comunicado, procurando, desde logo, chamar a atenção das autoridades e dos portugueses para a constante e reiterada violação da lei, para a total ausência de contraditório relativamente às notícias que vêm a público, e para o desfasamento entre essas notícias e o que, com rigor, resulta da Acusação, que será objecto de feroz combate em sede judicial, por via da inexistência de qualquer conduta ilícita que possa ser imputável às empresas do Grupo Lena;

  1. O Grupo Lena tem um passado de que se orgulha, um trajecto ascensional que lhe permitiu granjear uma reputação e uma credibilidade ímpares junto de entidades públicas e privadas, nacionais e internacionais, à custa de muito trabalho, competência, transparência, rigor e escrupuloso cumprimento da Lei, pelo que pretende seguir esse trajecto de afirmação e consolidação, assente em tais princípios norteadores;

  1. Nem as empresas do Grupo, nem os seus administradores, nem os mais de 10.000 trabalhadores que, directa ou indirectamente colaboram com o Grupo, merecem ser diariamente confrontados com notícias falsas, descontextualizadas, eivadas de falta de rigor e de actualidade, e que apenas afectam a credibilidade, a idoneidade e a reputação do Grupo;

  2. Pede humildemente, e desde já agradece, aos diversos meios de comunicação social, que se abstenham de repetir “notícias” falsas e requentadas e que nos deixem trabalhar, tentando recuperar do prejuízo incalculável que, de forma contínua, o Grupo se vê confrontado, decorrente da associação a um processo no qual provará a sua inocência, pois só assim será possível fazer-se Justiça e continuar a acreditar que vivemos num Estado de Direito.

Leiria, 6 de dezembro de 2017

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.Cister fm

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