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“Revisitar a Nazaré” de Álvaro Laborinho na Galeria Paul Girol

A Galeria Municipal Paul Girol apresenta: “Revisitar a Nazaré de Álvaro Laborinho”, uma exposição com a curadoria de Bernardo Lúcio, que selecionou um conjunto de 14 fotografias a partir da coleção do Museu Dr. Joaquim Manso. A mostra poderá ser visitada até 19 de maio.

Parte das fotografias expostas são inéditas, representando mais um importante contributo para o conhecimento da vasta obra de Álvaro Laborinho que integra a coleção do Museu da Nazaré, por doação do filho do autor, o embaixador Álvaro Brilhante Laborinho.

Para além da mostra fotográfica, na Galeria Paul Girol será ainda possível encontrar diversos objetos pessoais e equipamentos fotográficos de Álvaro Laborinho, como cartões estereoscópicos, bilhetes-postais, livro de registos de chapas, pertencentes ao Museu Dr. Joaquim Manso ou cedidos pela família de Álvaro Laborinho.

Nota Biográfica de Álvaro Laborinho:

Álvaro Laborinho (1879-1970), filho de pescadores, nasceu na Nazaré, na rua da Caridade, a 19 de setembro de 1879. Iniciou a sua vida de comerciante no estabelecimento do “Tio Hermínio”, para vir a estabelecer-se por conta própria com uma loja de fazendas e atoalhados na Praça Sousa Oliveira (Casa Laranjo).

Do seu casamento com Libânia Brilhante, nascem dois filhos, Álvaro e Libânia Brilhante Laborinho. Enquanto republicano convicto, participou na organização de comícios e em várias atividades políticas dos momentos antecedentes e iniciais da República, sendo um dos intervenientes na fundação do Centro Republicano Português na Nazaré. Outra das suas paixões era a “Horta”, situada na encosta da Pederneira: aqui deu prática aos seus conhecimentos de jardinagem e horticultura. Mas foi à fotografia que Álvaro Laborinho mais se dedicou; foi um artista, numa fase em que a fotografia dava os seus primeiros grandes passos. Entre os variadíssimos temas que abordou, o mar aparece como dominante.

Os seus milhares de fotografias (espólio doado ao Museu Dr. Joaquim Manso) permitem ilustrar com bastante pormenor a Nazaré na primeira metade do século XX, constituindo um verdadeiro documento histórico e etnográfico, essencial para reconstruir o passado desta comunidade marítima.

Horário:

2ª a 6ª feira: 9h30-13h00 e das 14h00 às 18h00.

Sábados: 15h00 às 18h00.

Encerra aos domingos e feriados.

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